É Possível Engordar Após a Lipoaspiração?

Existe um conceito difundido entre muitos que submeter-se a uma lipoaspiração de nada adianta, uma vez que a cirurgia não impede que a pessoa volte a engordar, caso descuide-se na alimentação. Como já foi dito nos post "Lipoaspiração: Indicações", a lipoaspiração não é um método de emagrecimento, muito menos um passaporte para o sedentarismo e a comilança desenfreada após a cirurgia.


Então estão certos aqueles que dizem que a lipoaspiração não serve para nada?


Obviamente NÃO! 

Da mesma foram que a cor dos olhos, tipo de cabelo e tom da pele, temos nossa distribuição de gordura corporal determinada geneticamente, através do DNA que herdamos de nossos pais. Basta ser um pouco observador para reparar que existe um grande número de pessoas que, mesmo quando estão no peso ideal, apresentam uma  evidente concentração de gordura em uma ou mais partes do corpo. É o que chamamos de gordura localizada. E a lipoaspiração é sim uma técnica cirúrgica consagrada para o tratamento desta gordura que se concentra em uma determinada parte do corpo.


Seja na famosa pochete, no temido culote, no indefectível papo, no maldito pneuzinho, no abominável braço gordo ou no constrangedor "peitinho" em homens (pseudoginecomastia), ocorre uma concentração anormal de células gordurosas - chamadas adipócitos - nestas áreas do corpo.


Os adipócitos são as células responsáveis por armazenar no seu interior, em forma de gordura, as calorias ingeridas em excesso. Como dito anteriormente, o número aumentado de células de gordura nestas áreas é geneticamente definido, e por isso, por mais que a pessoa emagreça, a gordura localizada teima em não desaparecer. Além disso, quando a pessoa ganha peso, tende a engordar mais nestas áreas, pois quanto maior a quantidade de gordura armazenada, maior o tamanho do adipócito, e como estas áreas apresentam um número aumentado de células gordurosas...


Por isso que é justamente nestes casos de gordura localizada que a lipoaspiração tem sua grande indicação e apresenta seus melhores resultados. Ao se aspirar a gordura, ocorre uma redução no número total de adipócitos no local. Desta forma, o cirurgião plástico burla o determinismo genético, reduzindo o volume de gordura na área lipoaspirada e fazendo com que a pessoa passe a apresentar uma distribuição da gordura corporal mais equilibrada do ponto de vista estético.


Mas afinal, a pessoa pode voltar a engordar nas áreas do corpo onde foi realizada a lipoaspiração? A resposta é SIM e a explicação é muito simples: os locais lipoaspirados continuam a possuir células de gordura, e como já foi dito, são os adipócitos os responsáveis por armazenar as calorias ingeridas em excesso. Porém, locais lipoaspirados passam a apresentar um número de adipócitos inferior ao original e proporcional, ou até mesmo inferior, às demais áreas do corpo. Sendo assim, caso a pessoa ganhe peso, irá engordar menos nos locais lipoaspirados do que engordaria se não tivesse se submetido à lipoaspiração e o ganho de peso não se concentrará nas áreas que anteriormente apresentavam gordura localizada e sim se dará de forma igual ou até mesmo em menor grau que nas outras áreas corporais que não foram lipoaspiradas.

Sendo assim, aqueles que pretendem se submeter a uma lipoaspiração devem ter em mente que esta cirurgia não tem como objetivo principal a perda de peso e muito menos é uma carta branca para a má alimentação e para o sedentarismo. A lipoaspiração apresenta resultados fantásticos quando bem indicada e mesmo que a pessoa engorde moderadamente há a manutenção do bom resultado. Porém imaginar que a lipoaspiração será responsável por deixar o paciente eternamente magro é um grave erro, que no fim levará a uma enorme frustração.

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Quanto Custa uma Cirurgia Plástica?

Uma das primeiras perguntas que vem a mente das pessoas quando decidem realizar uma cirurgia plástica é quanto irá custar a mesma.



Esta é uma dúvida frequente dos leitores do blog e é natural que assim seja, uma vez que cirurgias plásticas estéticas não são cobertas pelos planos de saúde, devendo o "candidato" ou "candidata" a uma cirurgia se programar para poder arcar com os custos.


Se vocês estão lendo este texto na esperança de encontrar uma tabela, ou algo parecido, com o valor dos diferentes tipos de cirurgia plástica, sinto muito, mas vou decepcioná-los.

Não há como responder com exatidão quanto custa determinada cirurgia. O custo de qualquer cirurgia plástica é composto pelos gastos com os honorários da equipe cirúrgica, o valor da internação hospitalar e, em cirurgias de aumento das mamas, peitoral, glúteos ou panturrilhas, o preço das próteses de silicone. E todos estes fatores que compõe o custo total de uma cirurgia plástica são variáveis.

Honorários da Equipe Cirúrgica




Cada cirurgião plástico é livre para estipular os honorários que considerar justos. A equipe cirúrgica é composta pelo cirurgião plástico principal, pelo cirurgião plástico auxiliar, pelo anestesista e pela instrumentadora. Em cirurgias mais complexas ou mais longas às vezes se faz necessária a presença de um segundo cirurgião plástico auxiliar. Em pequenas cirurgias, onde a realização com apenas anestesia local é possível, a presença de uma anestesista pode não ser necessária.

Diversos fatores influenciam o valor cobrado pelos honorários da equipe cirúrgica. A notoriedade do cirurgião plástico escolhido e o grau de dificuldade da cirurgia tendem a aumentar os valores cobrados. Da mesma forma, cidades com maior renda per capita geralmente apresentam honorários médicos mais elevados. Há também a influência da  Lei da Oferta e da Procura. Cidades com muitos cirurgiões plásticos por habitante apresentam valores cobrados menores que em cidades com poucos cirurgiões plásticos.

Adam Smith


Internação Hospitalar



O valor da internação varia conforme o hospital ou clínica escolhido. Obviamente hospitais e clínicas de renome, localizados em pontos nobres da cidade, apresentam valores mais altos para a internação. Novamente, fatores como renda per capita e número de hospitais na cidade influenciam o valor cobrado pela internação hospitalar.

O importante ao escolher o local onde será realizada a cirurgia é certificasse que o mesmo possui toda a infraestrutura necessária para a realização de uma cirurgia com segurança e excelência, e que apresenta condições plenas de socorro caso haja alguma intercorrência inesperada.

Próteses de Silicone
O custo das próteses é o que apresenta menor variação dentre os valores que compõem o preço de uma cirurgia plástica. Isso obviamente se levarmos em conta apenas os implantes fabricados por empresas comprometidas com a qualidade e segurança de seus produtos, uma vez que o mercado brasileiro vem sofrendo uma invasão de implantes de silicone produzidos na China com preços inacreditavelmente mais baixos.

Por exemplo, um par de próteses de mama de reconhecida qualidade custa entre R$ 1.600,00 a R$ 2.300,00, dependendo do fabricante e do tipo de implante escolhido.

  

Obviamente o preço total de uma cirurgia plástica é muito importante, afinal em muitos casos ele definirá se a paciente terá condições financeiras ou não de realizar a sonhada cirurgia. Entretanto, a escolha de um cirurgião plástico não deve ser um leilão inverso.


A busca incessante pela diminuição de custos pode levar ao negligenciamento da segurança e da qualidade, através da realização de cirurgias em hospitais sem a mínima estrutura, da escolha de próteses de qualidade duvidosa ou da realização de cirurgias no consultório médico.


Quando o assunto é preço, não existe mágica. No mundo real, qualidade tem preço. Tenham sempre em mente que qualquer cirurgia plástica envolve riscos, por menores que sejam. Sendo assim devemos nos cercar de todos os cuidados. Ao optar por um cirurgião plástico valorize suas qualidades ao invés de importar-se apenas com o preço da cirurgia. Muitas vezes o barato pode sair caro.

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Seios Caídos: Causas e Tratamento

As mamas são extremamente importantes para a autoconfiança e para a sexualidade. Por estes motivos um tema que aflige inúmeras mulheres é a queda dos seios. Infelizmente as mamas de todas as mulheres estão fadadas a uma gradual queda com o passar dos anos. Algumas apresentam uma queda mais acelerada e precoce, outras mais lenta e tardia, mas invariavelmente todas terão, cedo ou tarde, seios caídos.

  
A queda das mamas é conhecida cientificamente como Ptose Mamária. Esta queda é decorrente da associação de dois fatores: flacidez da pele e redução de volume dos seios. Quando jovem, a mulher apresenta pele firme e elástica, além de um tecido mamário consistente e que preenche toda a mama. Porém, com o passar dos anos estas características se modificam.

A pele gradualmente  perde sua firmeza e elasticidade. Isto se deve à redução progressiva de elementos do tecido conjuntivo (fibroblastos, elastina e colágeno) presentes na pele, que inicia-se em média por volta dos 30 anos de idade. Some-se a isso o efeito de distensão que a gravidade ininterruptamente exerce sobre a pele dos seios e o resultado é uma progressiva flacidez da pele mamária.




A presença de estrias na mama é sinal de que a queda das mesmas tende a ser mais rápida, pois denotam falta de elasticidade da pele. Além disso, eventos como a gravidez e o ganho acentuado de peso podem acelerar este processo, uma vez que levam ao aumento do volume das mamas e, consequentemente, à distensão da pele para acomodar este novo volume mamário. Quando os seios diminuem, seja pela interrupção da amamentação, seja pela perda de peso, a pele dos seios pode não retrair o suficiente para adequar-se ao menor volume mamário, tornando as mamas flácidas.


O interior da mama, que é composto por glândula mamária (responsável pela produção de leite) e gordura, sofre uma redução progressiva de volume com o passar do tempo, fazendo com que os seios fiquem gradualmente "murchos". Além disso, na juventude há uma preponderância de glândula mamária, que é mais firme que a gordura, conferindo às mamas jovens seu aspecto "durinho" característico. Gradualmente a glândula mamária é substituída por gordura, processo chamado de lipossubistituição,  acarretando em um "recheio" cada vez menos firme.


O tratamento da queda das mamas é eminentemente cirúrgico e é realizado através da correção de uma ou ambas as causas anteriormente mencionadas: redução de volume dos seios e flacidez da pele.

Nos casos em que há uma queda pequena a moderada das mamas, onde a flacidez da pele não é muito importante, pode-se realizar o levantamento dos seios simplesmente através da inclusão de próteses de silicone. Desta forma corrige-se a redução do volume mamário, proporcionando mamas com maior consistência e com maior preenchimento da pele que as envolve, promovendo assim o levantamento dos seios. Além de ser uma cirurgia mais simples, o levantamento das mamas através da inclusão de implantes de mama apresenta a vantagem de ser realizada através de pequenas incisões na pele, da mesma forma em que uma mamoplastia de aumento comum. Para saber mais sobre as vias de acesso na cirurgia de aumento das mamas clique aqui.

Quando há uma flacidez importante e a paciente apresenta um bom volume mamário, o levantamento dos seios é realizado por meio da correção desta flacidez, através da retirada da pele mamária em excesso. Denominada Mastopexia, esta cirurgia proporciona a ascensão da mama ao readequar a quantidade de pele ao volume mamário. A mastopexia pode ser realizada através de cortes apenas ao redor da aréola, ao redor da aréola e na vertical e ao redor da aréola com "T" invertido.  Quanto maior a flacidez da pele, maiores serão as cicatrizes necessárias para que a mastopexia seja realizada com sucesso.


Frequentemente associamos a retirada de pele das mamas à inclusão de uma prótese de silicone na cirurgia de correção de seios caídos. Esta associação ocorre quando a paciente, além de levantar as mamas, também deseja aumentá-las. A grande vantagem desta associação é a diminuição da extensão das cicatrizes necessárias para realizar a mastopexia, uma vez que há uma redução do excesso relativo de pele em relação ao novo volume mamário.

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Quanto Tempo Dura uma Prótese de Silicone?

Provavelmente a dúvida mais frequentes entre as mulheres que desejam submeter-se a uma cirurgia de aumento dos seios é sobre quanto tempo duram as próteses de silicone.


Afinal, esta informação determinaria quando a paciente deverá enfrentar uma nova cirurgia para a troca dos implantes, além de novos gastos, afastamento temporário do trabalho e das atividades cotidianas.

Existe uma ideia muito difundida na população de que os implantes de mama têm que ser trocados a cada 10 anos. Este conceito encontra-se enraizado no imaginário popular pela seguinte razão: realmente até a metade dos anos 90 era verdade que os implantes deveriam ser trocados com 10 anos de cirurgia. Esta inclusive era a recomendação dos diversos fabricantes de próteses de silicone.

Porém, na metade da década de 90 iniciou-se uma verdadeira revolução na qualidade, segurança e durabilidade das próteses de silicone, através da utilização de implantes com cápsulas mais resistentes, constituídas de múltiplas camadas, e preenchidos por  silicone de alta coesividade, as chamadas próteses de silicone de 3ª geração. O desenvolvimento de cápsulas com múltiplas camadas diminuiu drasticamente a chance de perfuração e ruptura da prótese. Além disso, a adoção do silicone de alta coesividade (de consistência semelhante a de uma gelatina) em detrimento do silicone líquido, impediu que no caso de uma improvável perfuração ou ruptura, o silicone vazasse e se espalhasse pelo organismo, uma vez que este mantêm-se em seu formato original. Desde então estes implantes vêm sofrendo uma evolução constante, através do desenvolvimento de cápsulas mais resistentes, com cada vez maior número de camadas, e do aprimoramento do silicone de alta coesividade, que culminaram nas atuais próteses de silicone de 5ª geração.  



A realidade é que hoje não há como dizer quanto tempo duram as atuais próteses de silicone. Indubitavelmente sua durabilidade é muito superior a dos implantes de silicone do passado, que necessitavam ser trocados rotineiramente a cada 10 anos. Atualmente alguns fabricantes de implantes de mama chegam a dar garantia vitalícia contra furos e rupturas para seus produtos. Como as próteses de silicone com cápsulas compostas de múltiplas camadas e preenchidas com silicone de alta coesividade tiveram sua utilização em massa iniciada apenas na segunda metade da década de 90, não existe um acompanhamento de longo prazo suficiente que permita definir quanto tempo duram estes implantes. Todavia  não é incomum reoperarmos pacientes com 15, 20 anos de pós-operatório, seja por um desejo de mudar o tamanho e/ou formato das próteses, seja  para corrigir uma contratura capsular, seja para levantar as mamas, e encontrarmos próteses de silicone da 3ª geração perfeitamente íntegras. Se levarmos em conta que as atuais próteses de 5ª geração apresentam uma segurança ainda maior que as de 3ª geração, realmente não há como estimar a real durabilidade dos atuais implantes de mama.

Atualmente é extremamente infrequente a necessidade de troca de próteses devido a ruptura ou perfuração.  Meu sentimento é que com os avanços tecnológicos dos últimos anos será ainda mais rara a realização de cirurgias por estes motivos. Porém isto não permite que as pacientes negligenciem o fato de que possuem um "corpo estranho" em seus organismos. É fundamental que as mulheres que realizaram aumento dos seios estejam vigilantes para qualquer alteração nas mamas e que visitem com regularidade seus cirurgiões plásticos.





Como Escolher o Tamanho das Próteses de Silicone

Recentemente a cirurgia de aumento dos seios (mamoplastia de aumento) tornou-se a cirurgia plástica mais realizada no Brasil, ultrapassando por pouco a até então imbatível lipoaspiração. Com isso, é cada vez mais freqüente entre as mulheres o dilema de qual tamanho de prótese escolher.


Como se não bastasse, nos últimos anos surgiram diversos novos formatos de próteses, inserindo mais uma variável nesta difícil equação.



Muitas pacientes vão a primeira consulta com o cirurgião plástico com o tamanho, e muitas vezes também com o formato da prótese já escolhidos. Geralmente tomam essa decisão baseadas no bom resultado da cirurgia de uma amiga ou parente, ou na escolha de alguma celebridade.



Nunca é demais relembrar que cada paciente é única. Sendo assim, a escolha da prótese de silicone deve ser individualizada, não podendo ser baseada no resultado obtido por outras pessoas, muito menos em modismos. Infelizmente, algumas destas pacientes são irredutíveis em relação ao tamanho da prótese, o que pode por em risco o bom resultado da cirurgia caso o cirurgião plástico se curve a intransigência da paciente.



Em algumas situações, a paciente deseja um resultado incompatível com sua complexão física. Nestes casos cabe  ao cirurgião plástico reduzir o nível de expectativa da paciente e explicar que tipo de resultado pode ser obtido, respeitando as características físicas da paciente. Do contrário, a cirurgia pode acabar em grande frustração para a mesma.



A decisão do tamanho e do formato ideais da prótese de silicone precisa levar em conta diversas variáveis como: resultado desejado pela paciente, tamanho e formato prévios das mamas, elasticidade da pele, grau de ptose (queda) mamária, presença de assimetria (diferença) entre as mamas, peso corporal, tamanho do tórax, biotipo da paciente.

Penso que a chave do sucesso na mamoplastia de aumento, assim como em toda a cirurgia plástica, é a comunicação entre a paciente e o cirurgião plástico.  A paciente deve descrever com riqueza de detalhes que tipo de mama deseja em relação a tamanho, formato e naturalidade. Em contrapartida, o cirurgião plástico deve apreender ao máximo as informações transmitidas e, a partir delas e do exame físico, vislumbrar o tamanho e formato ideais da prótese mamária. Então, o cirurgião deve explicar à paciente os motivos que o levaram a  sugerir determinado implante de mama, o que permite que ambos cheguem a conclusão, de forma consensual, de qual a melhor prótese de silicone para o caso.

Porém, como já foi dito, há diversos fatores que influenciam a escolha da prótese de mama ideal, o que pode gerar em alguns casos dúvidas, principalmente em relação ao melhor tamanho do implante. Com o intuito de garantir a melhor escolha, muitos cirurgiões plásticos (inclusive este que vos escreve) utilizam-se de medidores. Os medidores "simulam" próteses de silicone, o que permite ao cirurgião experimentar diferentes tamanhos  durante a cirurgia e escolher a prótese que oferece o melhor resultado.

Medidor - Divulgação Silimed


A mamoplastia de aumento é uma cirurgia fantástica, pois proporciona de forma segura, beleza, feminilidade e autoconfiança às mulheres que se submetem a esta cirurgia plástica. Entretanto, sua indicação deve ser bem avaliada e a escolha das próteses mamárias deve ser feita de forma criteriosa, para que se obtenha o melhor resultado possível.

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